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A Microsoft apresentou, nesta segunda-feira (14), em sua conferência que antecede a E3 que o Kinect, nome oficial do aparelho antes chamado de Project Natal, e a rede Xbox Live estarão em "todos os países em que o Xbox é comercializado", ou seja, incluindo o Brasil.
Vale destacar: a rede online chega ao país no final de 2010, segundo informação oficial divulgada pela Microsoft Brasil.
A Xbox Live, uma promessa de longa data da Microsoft - a rede online do console é parte essencial da experiência do Xbox 360, sempre disse a companhia -, finalmente vai chegar ao país.
A Xbox Live traz serviços como o multiplayer online (na assinatura Ouro, paga) e disponibiliza conteúdos como adicionais e demonstrações de jogos, além de trazer serviços como streaming de filmes e séries e redes sociais como Facebook, Twitter e Last.fm.
Em movimento
Já o Kinect é composto de câmeras e microfones, e possui tecnologias que permitem capturar o movimento e a expressão facial do jogador, permitindo controlar sem usar um controle, apenas com gestos do corpo (além de comandos de voz). O lançamento está marcado para dia 4 de novembro nos EUA, com cerca de quinze jogos já disponíveis na data.
Marc Whitten, vice-presidente da Xbox Live, chamou um engenheiro para demonstrar como o usuário controla o Xbox 360 com o Kinect. Para logar à Live basta acenar para que o sistema reconheça o rosto do usuário e entre no perfil de usuário correspondente. Para sair, basta fazer um sinal de "tchau".
Com comandos de voz como "play", "stop" e "pause" é possível controlar os vídeos e o cursor da tela acompanha a mão do usuário. O Kinect será integrado ao Messenger do Xbox 360, permitindo chat de vídeo e compartilhamento de vídeo. Segundo o jornal USA Today, o Facebook também poderá usado com o Kinect.
Fonte Uol
sábado, 3 de julho de 2010
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O Xbox 360 terá cumprido 5 anos de vida quando Gears of War 3 chegar às lojas em Abril de 2011, mas isso não quer dizer que não se continuem a fazer progressos a nível gráfico e a espremer-se ainda mais o console da Microsoft, pelo menos segundo as declarações de Cliff Bleszinski.
Em entrevista ao site Videogamer, Cliff Bleszinski disse que, "Nós voltámos atrás, foi uma coisa divertida, uma anedota, não sei se já a contei a alguém e não estou a mentir. O nosso chefe arquitecto do motor gráfico, Dan Vogel, basicamente foi buscar um nível de Gears of War, e colocou-o sobre o código de Gears of War 3, e o jogo rodava a 500 frames por segundo. A verdade é que optimizámos tudo."
A este comentário o criador da série Gears of War acrescentou também que, "É como a Super Nintendo ou a Mega Drive. Quando os primeiros jogos apareceram eram espectaculares. E então melhorou-se o código aqui, ou talvez algo não tenha sido tão inteligente aqui, e descobrimos uma forma de apertar até ao último bit, ajustá-mo-lo e modificá-mo-lo como se faz a um carro, pelo que ganhámos um grande rendimento."
Em jeito de conclusão ao que foi dito, Bleszinski acabou por comentar que, "Agora temos uma boa iluminação global. Contamos com uma forma simples de deformação de vértices, com o qual consegues, por exemplo, grandes efeitos com bandeiras e árvores que se agitam, e se o programador decide colocá-los, são tão leves em termos de desempenho que podes colocá-los em todas as cenas; E isto tudo vai estar também em Bulletstorm. Já agora, Bulletstorm vai ter dois sóis, o que significa que vais ter o dobro de coisas para fazer. Como tal teremos que encontrar a forma mais inteligente de trabalhar, e não a mais difícil, não é?
Fonte Game Vicio
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Assim como "Halo: ODST", "Halo: Reach" é um jogo derivado da popularíssima franquia de tiro da Microsoft que mostra eventos periféricos da trama principal estrelada pelo indestrutível Master Chief. No caso, a história do novo game explora acontecimentos anteriores ao primeiro exemplar da série, "Halo: Combat Evolved", sob supervisão do diretor criativo da Bungie, Marcus Letho, um dos co-criadores da saga.
O novo protagonista é o soldado novato de codinome Noble 6, parte de um batalhão de Spartans presos no meio do fatal ataque do coletivo alienígena Covenant ao planeta Reach, uma das últimas colônias humanas ainda intactas no universo. O combate ocorre paralelamente aos eventos do livro "Fall of Reach", que narra parte da origem de Master Chief e indica que o desfecho de "Halo: Reach" é trágico.
O lançamento preserva a mecânica tradicional da série, com muita ação com visão em primeira pessoa, e suporte para várias modalidades online. Entre as mudanças estão aprimoramentos de armadura e armas persistentes junto com um considerável aumento no arsenal do jogador, que conta com jetpacks, blindagem extra, camuflagens variadas e outras vantagens.
O multiplayer segue através da Xbox Live, link direto ou tela dividida, com muitas novidades e alterações. Jogadores ganham créditos durante as partidas para comprar customizações visuais e encaram até mesmo antigas armas rebalanceadas ou remodeladas. Entre modalidades de destaque estão algumas como a Headhunter, que derruba crânios dos usuários abatidos e espera que os adversário os coletem para levar até locais estratégicos, ou o Generator Defense, que coloca times de três jogadores para defender geradores enquanto o outro deve tentar destruí-los - e a situação se reverte no round seguinte.
"Halo: Reach" pode ser um episódio paralelo, mas não é um caça-níqueis. A produção do jogo é de primeira e não utiliza um mero motor gráfico atualizado de "Halo: Reach". Boa parte dos gráficos foi totalmente criada do zero para o novo exemplar, incluindo texturas, modelos de personagens e armas. O pacote ainda inclui trilha sonora inédita de Martin O'Donnell, compositor oficial dos jogos da grife, e voz do ator Greg Grunberg, mais conhecido pelo papel de Matt Parkman no seriado de televisão "Heroes".